Boa noite!
Estive aqui a recordar das minhas experiências com leitura e escrita...
Filha de pai e mãe professores sempre fui muito estimulada ao hábito da leitura em casa. Recordo-me de meu pai pedindo para que eu e meus irmãos lêssemos até mesmo letreiros nas ruas, isso era um hábito quando saíamos de carro no interior paulista. Quando chegávamos na capital daí a coisa complicava...eram muitos letreiros...Ganhei meu primeiro livro aos nove anos, trata-se de "Alice no país das maravilhas" de Lewis Carroll, tenho-o até hoje, com a dedicatótia de meus pais. Gostava de ler os gibis de Maurício de Souza, principalmente os do "Chico Bento", mas minha paixão mesmo foi tardia, no antigo 2º colegial, quando a professora de Literatura, nos incentivava a visitar a Biblioteca da UNESP, em Marília, para ler poesias dos períodos literários. Tínhamos um caderno no qual anotávamos as dez poesias que mais gostássemos de cada período. Por fim, lia muito mais que dez e me apaixonei por Carlos Drumond de Andrade, ele era meu predileto. Após isso não parei mais de ler, seja na Universidade, ou nos tempos atuais, leio livros de romance, poesias, contos, além dos que leio profissionalmente. Atualmente estou lendo o livro "Da cor da terra" de Moacyr Medri, meu professor de faculdade, agora aposentado, dedica-se à escrita de livros de contos e causos. Um exemplo enquanto pesquisador e agora escritor. Da mesma maneira que nós, como professores, somos exemplos para nossos filhos e alunos.
Abraço,
Isabela

Olá Isabela, vou postar meu relato como comentário, assim que você puder, por favor me mande o convite.
ResponderExcluirOlá!!
ResponderExcluirMe peguei fazendo uma viagem ao passado, recordei que comecei a ler, por conta dos meus pais, tanto meu pai, quanto minha mãe, sempre leram muito, minha mãe lia de tudo, porém, tinha uma preferência pelos livros de autoria de Sidney Sheldon. Já meu pai, amava livros de bolso, sempre com o mesmo tema, Bang Bang, além é claro dos três jornais diários que ele lia. Lembro me que na época, existia um jornal "sanguinário", chamado "Notícias Populares", além desse, ele lia a "A Tribuna" e um outro, que trazia notícias do país todo, não me recordo qual era.
Lembro, que comecei a ler livros da biblioteca municipal de Santos, pois morávamos lá, e minha mãe costumava pegar livros emprestados da biblioteca, até porque não tínhamos dinheiro para comprar livros. Acredito até, que seja por conta disso que não me lembro de ter livros de contos infantis em minha casa.
Meus pais, também frequentavam Sebos e, foi em desses, que comprei meu primeiro romance “barato”, daqueles que hoje tenho certeza, que não eram próprios para minha faixa etária, porém, acredito que talvez tenham sido eles, que me inspiraram a começar a rascunhar alguns poemas. Passei muitos anos da minha adolescência, escrevendo e lendo, até hoje leio muito, aliás, não tanto quanto gostaria, por falta de tempo e, também porque hoje não é qualquer livro que me prende a atenção, na realidade no momento estou com oito livros começados e nenhum terminado.
Pra mim, a leitura é uma extensão de mim mesma, tenho que me identificar com o que eu estou lendo. Hoje em dia, costumo presentear meus amigos com livros, acho até que uma amiga já se encheu de ganhar sempre um livro, tanto que me deu uma cesta de livros no meu aniversário, com a seguinte fala: "Já que tu gosta de livros, aí está. "...rsrs é eu me toquei né?!..EU gosto de livros!.. Isso não quer dizer, que os outros gostem, ou tenham que gostar.
Ler é essencial ao ser humano, para que ele se torne um ser completo e, um cidadão pleno.